A apresentar mensagens correspondentes à consulta Penina ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens
A apresentar mensagens correspondentes à consulta Penina ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 24 de março de 2010

Penina - A música "Portuguesa" de Paul McCartney

Já aqui falámos de Penina, a música que Paul McCartney ofereceu ao grupo Jotta Herre que com ele tocou no bar do Hotel Penina, Alvor, em Dezembro de 1968 durante um curto período de férias no Algarve. Tudo isto aconteceu  depois de uma noitada de copos e música a convite de um dos membros da banda do hotel.

A música foi  gravada (1969) em disco pelo grupo Jotta Herre numa edição Philips que teve várias edições internacionais conhecidas (Espanha, França, Holanda, Itália, Chile). Esta situação acabou por gerar muita discussão referente a direitos de autor.

Edição Portuguesa:

Edições Internacionais de Penina, cortesia Blogue Ié-Ié
Edição Francesa:
                                                                                                                                          Edição Chilena:


 Edição Espanhola:


                                                                                                                                     Edição Holandesa:


Quem sabe quantas mais existem, ouvi falar numa versão americana ou Inglesa em capa de editora.

Como os Jotta Herre não eram um grupo muito conhecido a Valentim De Carvalho sugeriu a Carlos Mendes ( Sheiks) que gravasse Penina numa edição Parlophone ( editora dos Beatles).

                          

A versão de Carlos Mendes é a mais conhecida internacionalmente, mas na verdade não é a original, aliás alguns livros sobre os Beatles chegam a inventar que a música foi oferecida por Paul McCartney a Carlos Mendes. Não é a versão original mas é Carlos Mendes quem aparece numa edição em LP com o título The Songs Lennon And McCartney Gave Away, juntamente com outros artistas que interpretaram  músicas oferecidas pelos Beatles. 

                          

                           

domingo, 11 de janeiro de 2015

quarta-feira, 4 de julho de 2012

The Black Album, 2CD, 3LP, Made in Bootleg

Made in Bootleg

1981

Um dos mais famosos Bootleg dos Beatles - "The Black Album", aqui na versão CD duplo cheio de posters e folhetos e ainda mais posters com os 4 Beatles idênticos aos que incorporam "The Beatles", a versão em Vinil (3 LP) tem um poster que replica o original, no formato e estilo, mas com fotos diferentes... É neste disco que aparece Penina.
.





The BLACK ALBUM 2CD


CD 1:


01 - Tennessee

02 - House Of The Rising Sun
03 - Commonwealth Song
04 - Get Off White Power
05 - Winston, Richard, And John
06 - Yakety Yak--Hi Ho Silver
07 - For You Blue
08 - Let It Be
09 - Get Back
10 - Don't Let Me Down
11 - Two Of Us
12 - Baa Baa Black Sheep
13 - Don't Let Me Down
14 - Suzy Parker
15 - I've Got A Feeling
16 - No Pakistanis
17 - Let It Be
18 - Be-Bop-A-Lula
19 - She Came In Through The Bathroom Window
20 - High Heel Sneakers
21 - Domino
22 - I Me Mine
23 - I've Got A Feeling
24 - One After 909

CD 2:


01 - Norwegian Wood--She Came In Through The Bathroom

02 - Penina
03 - Shakin' In The Sixties
04 - Move It--Good Rockin' Tonight
05 - Across The Universe
06 - Two Of Us
07 - Ramblin' Woman--I Threw It All Away--Mama You Been On
08 - Early In The Morning--Hi Ho Silver
09 - Stand By Me
10 - Hare Krishna Mantra
11 - Two Of Us
12 - Don't Let Me Down
13 - I've Got A Feeling
14 - One After 909
15 - Too Bad About Sorrows
16 - She Said She Said
17 - Mean Mr. Mustard
18 - All Things Must Pass
19 - Fools Like Me
20 - You Win Again--Improvisation
21 - She Came In Through The Bathroom Window
22 - Mean Mr. Mustard
23 - Watching Rainbows
24 - Instrumental 




domingo, 11 de janeiro de 2015

Sol do Algarve, n.º 3, Janeiro de 1969 - Paul, o Beatle Algarvio

Paul e a visita ao Algarve: a revista Sol do Algarve por várias vezes fez referência ao caso; neste número, de Janeiro de 1969, a reportagem. 
Em algumas fotos é possível ver Hunter Davies, o anfitrião... a curiosidade da pub ao Hotel Penina. Nos próximos posts as outras revistas.





sábado, 8 de fevereiro de 2014

Revista Rádio & Televisão, 5 de julho de 1969 - Jotta Herre: Os Afilhados de Paul McCartney

Uma vez mais, PENINA,  a música que Paul "deu de gorgeta" ao grupo do Hotel com o mesmo nome. Uma noite bem regada... A Revista Rádio & Televisão de julho de 1967 faz um artigo com os nossos heróis JOTTA HERRE. Confirmo, um destes dias vai sair num livro algures...
  

sábado, 16 de novembro de 2013

A entrevista ao Jornal de Negócios, sexta-feira, 15 de novembro

Uma entrevista muito engraçada, conduzia por João Cândido Silva,  as questões tinham humor, espero que as respostas estejam à altura. Mais abaixo o texto integral cortesia da Joana Lopes.




Cabeludos e barulhentos
15 Novembro 2013, 14:09 por João Cândido da Silva, Miguel Baltazar - Fotografia

Quando a "beatlemania" tomou conta do Mundo, a imprensa portuguesa recebeu o fenómeno com cepticismo. Os cabelos compridos tinham mais importância do que a música, qualificada como barulho e acusada de não ter trazido qualquer inovação. Psicólogos e sociólogos eram considerados as pessoas certas para analisarem o frenesim. No fim, o talento dos Beatles acabou por se impor aos preconceitos.
Abel soares Rosa, fotografado com alguns dos discos que integram a sua colecção. Entre os tesouros inclui-se a colectânea "Yesterday and Today", de 1966, com a capa original em que os Beatles surgem rodeados de bonecas decapitadas e pedaços de carne. A imagem geraria escândalo e acabaria por ser substituída.
  

"Os Beatles não fazem arte. Fazem escândalo. Eles rebentam as resistências emocionais e provocam reacções incontroladas. Uma plateia atacada de contracções beatlícas [sic] é um espectáculo degradante, no qual, ainda assim, quem se porta com mais juízo são os quatro cabeludos no palco. Inverte-se o resultado: eles é que gozam o espectáculo!". O editorial da revista "TV" é duro para a banda nascida em Liverpool. Mas resume o tom geral de algumas das avaliações que foram publicadas na imprensa portuguesa durante o período em que a "beatlemania" atravessou o auge.

Provavelmente sem o querer, o autor desta apreciação ao desempenho dos Beatles, publicada em Setembro de 1964, até acertou em cheio num aspecto. Mais tarde, quando a poeira assentou e os Beatles deixaram de ser acolhidos por multidões ululantes que, durante os concertos, abafavam os sons produzidos pela banda, o guitarrista George Harrison comentou que, nos primeiros anos de sucesso, parecia que todo o Mundo tinha enlouquecido e que as únicas pessoas sãs que restavam à face da Terra eram os quatro elementos dos Beatles.

A citação integra o livro "Os Beatles na Imprensa Portuguesa, 1963-1972", uma edição de autor de Abel Soares Rosa, em que são reunidas capas e recortes de revistas. Os documentos dão conta de como o fenómeno dos "fab four" foi acompanhado pelo menos por uma parte da comunicação social até à separação, na música e nos negócios, de John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr.

O autor é fã dos Beatles e coleccionador do mais diverso material relacionado com a banda (ver texto anexo). Para concretizar o projecto, recorreu ao seu arquivo e acrescentou "dois exemplares, cortesia de Luís Pinheiro de Almeida", autor de um dos textos de introdução, ao lado de Hunter Davis, responsável por uma das biografias de referência dos Beatles. Perante a abundância de matéria-prima, Abel Rosa afirma que "o mais difícil foi fazer a selecção. Tinha material para dois livros".

O livro reproduz artigos publicados numa época em que a censura do Estado Novo mantinha um olhar atento a tudo o que pudesse soar a suspeito. E se houve atitude com que os Beatles foram recebidos foi a suspeição e o cepticismo indisfarçados. São descritos como jovens "barulhentos e cabeludos", acusados de não terem trazido "nenhuma inovação" em matéria musical, produto de uma poderosa máquina de propaganda e engavetados no estatuto de fenómeno que exigia uma explicação de psicólogos e sociólogos.

Nos primeiros tempos, a música é remetida para um plano secundário e a aparência dos seus elementos é o assunto a que é dada mais relevância. A revista "TV" garante, em Setembro de 1964, que os cabelos de John, Paul, George e Ringo são "autênticos, talvez o mais autêntico deles". Pouco mais de um ano depois, a mesma publicação sublinha haver fabricantes de cabeleiras, que imitam os penteados dos Beatles, a trabalharem para dar resposta a vendas de 150 mil exemplares por semana. Na "Flama" de Fevereiro de 1964, escreve-se que os "fab four" "descobriram (simplesmente) a fórmula para ganhar dinheiro (...). Berram, saltam, fazem barulho".

A abordagem ao trabalho dos Beatles acaba por mudar e a música ganha preponderância. Em Agosto de 1967, o "Século Ilustrado" analisa o álbum "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band" e até publica as letras das canções. Em Outubro de 1969, dá três páginas à crítica do "Álbum Branco", incluindo um texto dedicado a cada uma das suas 30 faixas. Premonitória, a "Flama" de Outubro de 1969 edita um artigo sobre a possibilidade de separação da banda, intitulado "Adeus, Beatles". Desta vez, não se enganou.



Saiba mais
Ringo Starr deu um concerto em Portugal no dia do encerramento da Expo 98 e Paul McCartney abriu a edição de 2004 do festival "Rock in Rio". Mas estes dois eventos estão longe de serem os únicos pontos de contacto entre Portugal e os membros da banda de Liverpool.

O livro "Beatles em Portugal" revela que McCartney escreveu a letra de "Yesterday" durante uma viagem entre Lisboa e Faro, em 1965, e descreve as circunstâncias em que o músico compôs um tema intitulado "Penina", enquanto gozava uma segunda estadia no Algarve, três anos mais tarde. As ligações entre os "fab four" e o país, investigadas e reveladas neste livro, incluem um capítulo sobre o fabricante português dos cavaquinhos de que George Harrison era grande apreciador e pormenores como a discreta escala que Paul McCartney e Ringo Starr fizeram em Lisboa, com pernoita no Hotel Ritz, quando, em 1964, se encontravam em trânsito para um período de férias nas Ilhas Virgens.


Dez questões sobre os Beatles

Abel Rosa descobriu os Beatles durante o Mundial de 1966. Acha que não gostar de "Ob-La-Di Ob-La-Da" é coisa de "gajos de óculos" e rejeita a tese que acusa Yoko Ono de ter sido a "bruxa" que desfez a banda.

1. Qual foi a primeira canção dos Beatles que ouviu, quando e onde?
Foi durante o Mundial de futebol de 1966, onde os "magriços" e Eusébio eram notícia constante. À última hora, o jogo entre Portugal e Inglaterra mudou de Liverpool para Wembley, em Londres. Algures num programa da RTP tinha ouvido uma notícia, para mim, enigmática: "Eusébio na terra dos Beatles". De seguida, passaram as imagens e os sons de um grupo de jovens, cheios de ritmo, que cantavam qualquer coisa que acabava em "ié-ié-ié".

2. Qual é o segundo melhor álbum dos Beatles? Porquê?
O segundo melhor muda todas as semanas, porque o melhor também muda todos os dias. Os Beatles têm a arte de surpreender sempre que os ouvimos. O segundo melhor é aquele a seguir a "Rubber Soul". Hoje, é "Revolver". "Rubber Soul" é eterno, mas, amanhã, sábado, é a vez de "Please, Please Me". No domingo, veremos.

3. "Ob-La-Di Ob-La-Da" é a canção mais foleira dos "fab four"?
Gosto de "Ob-La-Di Ob-La-Da". É uma música simples, 'ska' ou falso 'reggae'. Nunca percebi o preconceito contra esta canção, coisa de 'gajos de óculos'. Além do mais, é o título do programa de rádio da RFM, entre 1988 e 1991, de Luís Pinheiro de Almeida e Teresa Lage que, durante três anos, nos deram tudo e mais alguma coisa sobre os Beatles. A vida é "Ob-La-Di Ob La-Da". É preciso mais?

4. Qual prefere? "Yesterday" ou "Tomorrow Never Knows"?
"Yesterday" é uma grande canção, tem milhares de versões e letra escrita em Portugal. Mas "Tomorrow Never Knows" é uma das minhas favoritas, pelo 'loop', a modernidade, o som surpreendente, com Ringo e a sua prestação exímia. O génio de Lennon em 1966, experimentem ouvir hoje, continua actual.

5. Yoko Ono é a culpada da separação dos Beatles?
É um lugar-comum que continua bem vivo. Deixem a Yoko em paz. Muitos fãs apontam-na como a 'bruxa', mas ela não foi mais do que a mulher da vida de John Lennon. O resto é mito. Os Beatles acabaram porque já não se entendiam e já não conseguiam comunicar. Foi uma zanga entre irmãos.

6. Onde gostava de ter estado no dia 1 de Junho de 1967?
Em Londres, a sair do autocarro em Oxford Street e a pisar o tapete vermelho na entrada da majestática HMV, de modo a adquirir a primeira edição de "Sgt Pepper's Lonely Hearts Club Band" no dia de lançamento e, quem sabe, recolher um autógrafo dos quatro Beatles.

7. Quem preferia ser? Jimmy Nichol ou Pete Best?
Qualquer um deles. Partilhar o palco com John, Paul e George, nem que fosse por cinco minutos, era motivo para ficar na história. Pete Best andou por Liverpool e Hamburgo, mas ficou pior na fotografia. Foi despedido e afastado sem glória. Jimmy Nichol cumpriu bem o seu papel de Beatle temporário, substituindo Ringo Starr durante a primeira 'world tour', em 1964, de 4 a 15 de Junho, por doença do Beatle.

8. Onde estava quando recebeu a notícia da separação dos Beatles?
Estava para os lados do Índico, em Moçambique, na cidade de Nampula. O meu pai era militar e a rádio (sempre a rádio) deu a notícia. Só mais tarde entendi que os Beatles nunca acabaram.

9. Qual é a banda que já chegou aos calcanhares dos Beatles?
Todas as que trabalharam intensamente, as que fizeram 'sets' de 12 horas, oito dias por semana e em espeluncas de bairro. Aos calcanhares não conheço. Lá mais para baixo há algumas e boas e há sempre um miúdo que nos surpreende, por exemplo, Jake Bugg.

10. Se fizesse um inquérito em que o tema fosse os Beatles, que pergunta colocaria? Já agora, faça a pergunta e dê a resposta.
'Gosta dos Beatles? Porquê?' Gostar dos Beatles é ter o imenso prazer de os ouvir num gira-discos mono, ler uma biografia autorizada, pendurar um cartaz 'vintage' do filme "Help", brincar com um 'yellow submarine' da Corgi Toys e, no final, sentir a imensa alegria e a generosidade da arte dos quatro de Liverpool. Os Beatles revolucionaram a música popular. Cinquenta anos depois do seu primeiro disco, muitos de nós, multi-gerações, ainda procuramos abrigo nas suas músicas.



A colecção que já não sabe a quantas anda
"Os Beatles não são um 'hobby', são uma paixão", diz Abel Rosa. Nasceu em Lisboa, tem 55 anos, é "software marketing manager" na IBM Portuguesa e afirma não resistir a "qualquer objecto relacionado com os Beatles e a sua história". Começou a acumular material na época em que a banda de Liverpool ainda se encontrava em actividade e nunca mais parou. "Sempre que viajava, procurava locais onde encontrar essencialmente discos de vinil", explica. Hoje em dia, abastece-se em lojas da especialidade em Lisboa, "como a 'Discolecção'". Uma alternativa "é o imenso mercado de oferta do eBay, onde tudo se encontra, embora, muitas vezes, a preços exorbitantes e especulativos". Discos, livros, revistas, bonecos, brinquedos, "pins", cartazes, fotografias, relógios e filmes integram uma colecção a que já perdeu a conta. "Francamente, não sei com exactidão", responde, quando se tenta saber quantas peças possui. Depois de dois livros dedicados às discografias portuguesas, em 45 rotações, dos Beatles e dos Rolling Stones, Abel Rosa planeia fazer uma obra semelhante, mas dedicada às capas dos "singles" nacionais de bandas britânicas dos anos 1960 e 1970. "Dos Beatles, encerrei um ciclo", afirma.


sábado, 13 de agosto de 2011

The Beatles Discovered, By Belmo - 2005 Belmo Publishing

Scott Belmo é um velho conhecido... editou e colaborou em vários livros sobre os Beatles, agora apresenta um livrito sui generis, as covers dos Beatles, as capas, os tributos, as músicas dadas a outros, as paródias, as respectivas capas covers, etc. Um livro engraçado que se consegue ler, ao contrário de uma série de outros, sobre os Beatles, que acabam nas prateleiras para mostrar serviço! Por lá encontramos uma entrevista com Bill Stout, autor de uma das capas mais polémicas editadas pela Rhino "Beatlesongs", o autor conta como recebeu ameaças de morte (ver aqui a capa), o livro só tem um problema... não explica a história de Penina e ainda escreve "Carlos Mendez", se calhar julga que o homem é mexicano...








terça-feira, 7 de setembro de 2010

Os Beatles , a entrevista em Barcelona, Plateia, 17 de Agosto de 1965

A Plateia, um clássico da Agência Portuguesa de Revistas, desta vez surpreende, não pela pin-up da capa,  mas pela entrevista aos Beatles pelo seu correspondente em Barcelona, Fernando Mover Alcantara.


Os Beatles visitaram Espanha em dois espectáculos, Madrid e Barcelona, e como em tantos outros jornais e revistas Portugueses da época, o fenómeno era olhado com desconfiança, sempre a desvalorizar os Beatles, note-se que algures no texto é referido que :" em 1965 os Beatles já estavam na curva descendente da sua carreira..." .

Mas voltando a Barcelona, na primeira parte actuaram com muito sucesso "Los Sirex"  e entre outros o grupo feminino "The Beat Chics", na segunda parte os Beatles tocaram 12 temas, segundo o jornalista "com classe".

Na Conferência de Imprensa foi feita a pergunta : "Como decorreu a sua infância?" Paul brincava aos piratas... Ringo adorava corridas de caracóis e no final condecorava o vencedor...George anunciou que "era um sonhador" e chorou compulsivamente quando descobriu que um cavalo branco de uma quinta próxima, tinha sido abatido... John brincava com os primos a subir para o cimo de fardos de palha e o vencedor comia os lanches dos outros.
Até que na última pergunta : " Pensam ir a Portugal?" Paul de imediato responde que tinha acabado de passar umas belas férias em Albufeira mas o empresário é que tratava das digressões. Nós sabemos Paul, nas tuas férias Portuguesas surgiu Yesterday (Maio 1965) e anos mais tarde,  em Dezembro de 1968, ainda tiveste tempo para compor PENINA .

sábado, 6 de março de 2010

Beatles em Portugal - O LIVRO

Beatles Forever aconselha a todos os fans dos Beatles o Livro "BEATLES EM PORTUGAL" editado pela Assírio & Alvim e da autoria de dois dos maiores especialistas de Beatles a nível internacional, é claro que falamos de Teresa Lage e Luis Pinheiro de Almeida.

Este livro conta vários episódios da passagem de alguns dos Beatles por Portugal, ilustrado com imagens e recortes da época, apresenta ainda a discografia portuguesa completa, entrevistas efectuadas pelos autores a alguns dos Beatles  sempre num contexto interessante e rico em revelações.

Vai também ficar a saber toda a história da música PENINA, oferecida por Paul à banda do hotel com o mesmo nome, depois de uma longa noite de copos e uma jam session.

Essa música foi mais tarde gravada em disco pela banda do hotel  com o nome de Jotta Herre,  sendo que também Carlos Mendes ( Sheiks) a gravou .