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domingo, 9 de outubro de 2011
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
A comprar desde 1968... Adoro o ebay, os leilões.net, o Miau, a Amazon, a Discolecção, a Groovie, a Jukebox, a Intoxica, a Concorrente, a Universal, a Valentim de Carvalho, a Melodia, o Apolo 70, a Discoteca do Carmo, a Discoteca Roma, a Compasso e por aí fora. A sonhar desde 8 do 8 de1958...
Como qualquer ser normal sempre comprei tudo o que tenho ao longo da vida, seja livros, discos, bilhetes para espectáculos, roupa, objectos, utensílios, viagens, alimentos, divertimentos, casas, etc.. só não comprei amizades, amores e as ofertas generosas dos mais próximos.
Comprei muita coisa com a maioridade, muitas daquelas que não podia ter comprado na menoridade.
Mas não tenho preconceitos, seja no ebay ou nas lojas do mundo, procuro, investigo, vou à caça e às vezes tenho a grata surpresa de encontrar o que estava escondido, o que estava perdido e o que era de outra época, às vezes barato, às vezes estupidamente caro. Resumindo: procuro aquilo que me apetece, às vezes a peça mais barata e riscada é a que dá maior gozo, o objectivo supremo é atingir o estado de puro divertimento e tertúlia que francamente não implica nem regulamento nem juízo doutoral.
Claro que, no meu caso, finalmente conheci outros como eu, toda esta vertigem é especialmente dedicada aos Beatles (mas não só...), se foi na época ou na post-época não me interessa, foi comprado, doado, trocado, oferecido, mas sempre com a mesma paixão e com um imenso brilho nos olhos e a vontade de partilhar sem vaidades nem campeonatos.
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terça-feira, 2 de agosto de 2011
As minhas baquetas favoritas... nem sei porquê!
Sempre que necessito de baquetas novas, para a Bateria, não há nada que enganar... PRO-MARK Medium. Não sei porquê tenho uma preferência especial, vejam se descobrem a razão.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
sábado, 18 de junho de 2011
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Happy Birthday Dear Yoko - Ballad Of John And Yoko / Old Brown Shoe, 45 rpm - Made In UK
A nossa saudação a Yoko Ono que faz hoje 78 anos. Happy Birthday Dear Yoko!
Made in UK
Made in UK
Edição Inglesa
Stereo
1969
1969
Apple R 5786
Ballad Of John And Yoko / Old Brown Shoe
Capa
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domingo, 30 de janeiro de 2011
30 de Janeiro de 1969 - Os Beatles no Telhado da Apple em Saville Row
30 de Janeiro de 1969, Os Beatles fazem o seu último "concerto" ao vivo no telhado da Apple em Saville Row, o concerto está registado no Filme Let It Be, algumas das músicas também fazem parte do álbum com o mesmo nome. Veremos quanto tempo mais vai demorar a ser lançada uma "nova" versão do Filme, o marketing da Apple sabe-a toda...
A versão em VHS
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
John Lennon: The Day the Music Died (30th Anniversary)
8 de Dezembro de 1980. Faz hoje trinta anos. Trinta. John Lennon foi assassinado. Quando disse, anos antes, o seu célebre «The Dream is over», não sabia quão ironicamente enganado estava. O sonho tinha perdurado ainda depois dos Beatles, foram as balas do assassino cujo nome não vou escrever que o mataram. E que nos deram consciência da nossa própria mortalidade. Obrigada, Yoko Ono, o grande amor da vida de John, por continuar a lutar para que a criatura não saia da prisão. Já lhe foram recusados quatro pedidos de liberdade condicional. No dia 8 de Dezembro de 1980 morreu muito mais do que um homem, morreu uma concepção do mundo. Foi o fim definitivo de uma era.
Ele tinha 40 anos acabados de fazer (9 de Outubro). Eu tinha 20, feitos em Agosto. E, claro, tinha uma enorme paixão pelos Beatles. Ele era o meu preferido, pelo sentido de humor sardónico, que não poucas arrelias lhe trouxe. Devido à diferença horária, já só no dia 9 fomos colhidos pela notícia. Tinha combinado almoçar em casa do Vítor, como em tantos outros dias. Ele não tinha aparecido na faculdade, na véspera tinha-me dito para ir lá ter depois das aulas, mesmo que ele não pusesse lá os pés. Estranhei que fosse ele a abrir a porta, estranhei encontrá-lo já à minha espera no patamar, junto do elevador. Abri a porta interior, ele abriu a outra e pôs-me as mãos nos ombros. «Teresa, o John Lennon morreu.»
Devo ter aberto muito os olhos, dividida entre espanto e incompreensão, a tentar assimilar. Não me lembro do que disse, se é que disse alguma coisa. Só me lembro de que chorei. Ali, no patamar, parada ao lado de um elevador com as duas portas escancaradas. Chorei no ombro do Vítor.
A imagem que ilustra este post é a capa da revista Time dessa semana. Uma preciosidade. Que eu tinha. Estupidamente, emprestei-a. Adivinhem o que aconteceu... O título, «When the Music Died» é uma referência (incorrecta) a um verso do refrão de American Pie, de Don McLean: «The day the music died...»
A imagem que ilustra este post é a capa da revista Time dessa semana. Uma preciosidade. Que eu tinha. Estupidamente, emprestei-a. Adivinhem o que aconteceu... O título, «When the Music Died» é uma referência (incorrecta) a um verso do refrão de American Pie, de Don McLean: «The day the music died...»
O texto acima foi escrito há três anos, faz hoje três anos, porque é impossível esbarrar nesta data sem lembrar John (no original lia-se vinte sete anos, e não trinta).
Trouxe-o de volta porque, hoje e sempre, é assim que lembro esse terrível 8 de Dezembro de 1980, tinha eu 20 anos, tinha John 40. Incompreensivelmente assassinado à entrada do edifício em que vivia, o mítico Dakota — e não há ida minha a Nova Iorque que não inclua romagem àquelas bandas, ao edifício (conversa com os porteiros incluída) e a Strawberry Fields, assim ficou a chamar-se aquele cantinho de Central Park qusae fronteiro que é o cantinho de John e de todos nós, os que lá vamos prestar-lhe homenagem. O cantinho em que em calçada portuguesa [e se vierem cá dizer-me que é mosaico bizantino, não obstante o figadal ódio que tenho à (...) da calçada portuguesa e àquilo que me faz aos saltos dos sapatos, levam com um grunhido que nem sonham] foi lavrada a palavra IMAGINE .
Calemos o nome do assassino, que nunca será aqui escrito. Agradeçamos a Yoko (que tantos pretensos fãs dos Beatles odeiam) a sua luta sem tréguas para que o tresloucado continue sem ter liberdade condicional. Eu e o Abel gostamos de Yoko, gostamos muito de Yoko (eu até gostava de fazer-lhe chegar o livro do Abel, mas isso são outros quinhentos), Yoko foi o grande amor de John, tem sido uma incansável paladina dos seus ideais, como é possível não gostar dela?
A música que escolhi para tocar hoje aqui, neste aniversário doloroso, não é uma das maiores músicas de John. Mas é uma das últimas por ele escritas e é eloquente. E é dirigida a Yoko.
Depois de um longo período de reclusão, John tinha voltado a compor. Depois dos primeiros anos da vida de Sean, em que tinha escolhido ser the present parent, com Yoko, sagaz mulher de negócio a gerir (e a multiplicar) o vasto património do casal, John reemergia. Double Fantasy é para mim o último registo desse tempo agora para sempre pretérito das estrias numa rodela de vinil e da agulha que se baixava com muito cuidado, para não riscar. Com todas as falhas e imperfeições que possam apontar-lhe, Double Fantasy é para mim um disco comovente.
John tinha acabado de fazer 40 anos, não esqueçamos. Era novo, novo, muito novo! E é essa estuante vontade de viver, de recomeçar, relevando erros antigos, querendo que só o que de bom houve vença, prevaleça e se sobreponha ao resto, que John canta em (Just Like) Starting Over. Tomemos esta canção pelo que é e alegremo-nos por John, que partiu desta vida num momento muito feliz e de enorme harmonia. A dor, toda a dor, ficou com Yoko. E connosco, claro. Porque não esquecemos.
domingo, 8 de agosto de 2010
Cheers!
Integrado nas comemorações oficiais do aniversário do Beatlemaníaco Abel, houve esta tarde encontro dos dois culpados pela existência deste blogue. Encontro esse que foi abundantemente regado a gin tónico (Gordon's, sempre!) e em que a risota, como era de prever, foi muita (mesmo com os problemas com a capota do descapotável, entretanto solucionados).
O Beatlemaníaco Abel foi obsequiado com um presente único, de edição limitada. Podem ver aqui o seu ar feliz a exibi-lo:
E as costas:
Não acham que a t-shirt ficou o máximo? Restam duas. Eu explico: a empresa à qual encomendei a estampagem fazia um mínimo de cinco. Uma para o Abel, claro. Outra para mim. Uma terceira para oferecer ao querido Eskisito, autor do novo (e lindo!) template deste blogue. Sobram duas. Se os nossos leitores quiserem, só terão de licitá-las, amanhã explico melhor. Adianto apenas que o produto da venda se destina a uma causa na qual tanto eu como o Abel estamos muito empenhados.
Happy birthday to my partner in crime!
Juntemo-nos aos Beatles num brinde ao Abel. É que o Abel faz hoje anos. Parabéns, muitos parabéns, querido sócio e amigo!
De caminho, aproveito para agradecer publicamente o enriquecimento que veio dar a este blogue e de que os leitores, sempre em número crescente, são testemunhas. E aproveito também para vos contar que tenho um presente de anos giríssimo para o Abel. Não lhe digam nada, que é surpresa. A única coisa que posso adiantar é que se relaciona com os Beatles (duh!).
No gira-discos, Birthday, dessa fascinante manta de retalhos que é o Álbum Branco. Não podia ser outra música, pois não?
quarta-feira, 7 de julho de 2010
With a little help from OUR friends
Tal como prometido, aqui ficam os nossos retratos de parabéns a Ringo, os dedos erguidos como Ringo pediu, a desejarem Peace and Love.
É mais do que justo que a honra da primeira imagem aqui publicada vá para a nossa Beatlemarta (o nome já diz tudo, não é verdade?), que, por volta do meio-dia e meia, já estava a enviar-nos a sua fotografia. A Beatlemarta levou o nosso pedido (e isto não é um plural majestático, apesar de ter sido eu a formulá-lo aqui, foi coisa decidida em conjunto por mim e pelo Abel) tão a sério que o transformou em autêntica missão.
Marta Robinson, de Lisboa
34 anos
5 gatos
1 filho
1 marido
TODOS FÃS DE BEATLES (até os gatos)
34 anos
5 gatos
1 filho
1 marido
TODOS FÃS DE BEATLES (até os gatos)
As palavras são dela, e arrancaram-me uma sonora gargalhada quando as li. E sendo nós, eu o Abel, absolutos cat people, percebemos muito bem a devoção dos felinos da Marta pelos Beatles — os gatos são bichos sábios.
Dois últimos apontamentos sobre a Marta, que não resisto a pôr aqui. A Marta começou a comentar este blogue numa data histórica, 09.09.09 (podem ir lá verificar). A Marta não tinha blogue à época, descubro hoje que tem um blogue recente, criado em Junho. Não sobre os Beatles, chama-se Esmalterapia, é sobre uma coisa da qual também gosto imenso: vernizes de unhas! Aqui o Abel vai torcer o nariz, que não gosta de ver mulheres de unhas pintadas, mas nós duas cá nos entendemos, e provavelmente ainda vamos acabar a trocar blogues sobre o assunto (conheço alguns mesmo muito bons). A propósito, o meu de hoje é o Andreia n.º 40, qual é o seu?
Abel Rosa, autor do Beatles Forever!, e Duarte Caldas (sem blogue, que eu saiba).
Ambos de Lisboa, via iPhone, na sede da IBM portuguesa
Teresa, eu própria, também autora do Beatles Forever!, também de Lisboa.
Via Conceição, colega de gabinete, no Colosso
Happy birthday, Ringo! Peace and Love!
Peace and Love, Dear Ringo!
Ringo faz hoje 70 anos. E descobri aqui que o melhor presente que poderá receber será que ao meio-dia, onde quer que os seus fãs estejam, façam este famoso gesto dos anos 60 a desejar paz e amor.
Os autores deste blogue vão fazê-lo, as fotografias aqui virão parar.
Se os nossos leitores quiserem juntar-se a nós nos votos de parabéns a Ringo, é só fazerem o mesmo e enviarem-nos as fotografias do vosso gesto ao meio-dia para o endereço que encontram na barra lateral, e dizende de que cidade nos escrevem. Qualquer imagem feita com um telemóvel servirá, basta ser da vossa mão, nem precisam de mostrar a cara, se não quiserem, todas as imagens recebidas serão publicadas, salvo indicação em contrário. Não se trata de um concurso de fotografia, trata-se de homenagear Ringo no dia dos seus 70 anos. «Wherever you are at noon put your fingers in the air and say 'peace and love' for me. It's sort of caught on, it's worldwide now» — é o seu pedido.
Dear, dear Ringo... HAPPY BIRTHDAY!
Happy Birthday, Mr. Richard Starkey
Mais um bom rapaz de 70 anos... toca lá qualquer coisa à Ringo Starr, talvez um dos bateristas mais mal amados e injustiçados, o homem até criou um estilo.
As Ludwig (atenção, nada a ver com Visconti...) nunca mais foram as mesmas... Agora, para comemorar o aniversário de Ringo, ou por coincidência, vamos ter um Tour mundial, ficamos à espera!
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Happy Birthday Beatle Paul - 68 YEAAHHHH's
HAPPY BIRTHDAY BEATLE PAUL
68 YEAAHHHHH's
O Nosso Obrigado por aqueles momento únicos...a Banda Sonora das Nossas Vidas.
O Nosso Obrigado por aqueles momento únicos...a Banda Sonora das Nossas Vidas.
Foto Promocional 1989
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sábado, 10 de abril de 2010
The beat goes on
O meu sócio já homenageou devidamente esta data crucial no calendário dos Beatles, calendário breve mas que, a provar a sua imensa grandeza e intemporalidade, transpôs o tempo, chegou aos nossos dias e continuará vivo depois de nós.
Esta é uma entrada repetida, minha, tem dois anos. Não lhe mudo uma linha, porque é assim que o meu amor os vê. Beatles Forever!
Dez de Abril de 1970. Paul McCartney anuncia oficialmente o fim dos Beatles.Sou capaz de disputar ao estalo com o mais apaixonado dos fãs dos Beatles o privilégio de ser a fã mais devotada. Ainda assim, não considero esta uma data triste. Importante, sim. Significativa? Muito, muitíssimo. Mas... All Things Must Pass. Tudo tem um fim. O deles foi glorioso.
Oito anos incompletos de produção discográfica. Treze álbuns originais que fizeram História e são História. Em 2004 a Rolling Stone deu-lhes o n.º 1 na sua lista dos cem maiores artistas de sempre (e já tinham passado 34 desde a dissolução do grupo...). Para mim, já se sabe, são um amor imorredoiro, como o são os grandes amores.
A separação era inevitável, adivinhava-se. Os quatro cresciam em direcções diferentes. O Álbum Branco (1968) já é ominoso — é uma criação musical magnífica, mas é uma manta de retalhos em que se ouve de tudo um pouco, ao sabor das influências pessoais que cada um dos quatro ia sofrendo. A separação, mantenho, foi no momento certo. Retiraram-se como a Garbo, no auge da fama, da adulação, da histeria. Não há um único disco menos bom, por mais que razões sentimentais nos façam pender ora para este, ora para aquele, como o grande eleito — só me ocorre um outro caso semelhante, outro amor-fanatismo meu: Simon & Garfunkel. Os Beatles (como Mozart) são um grande amor meu, sabe-se. E um grande amor interrompido antes de acabar corre o grande risco de não morrer nunca — tem o fascínio melancólico dos sonhos não realizados. Voltará sempre para nos assombrar outros amores, para se lhes sobrepor, para os invalidar, será sempre a referência, a pedra de toque, o termo de comparação. Sábios Beatles!
Lembro agora, enternecida, que não pude dar a este blóguio o URL desejado — beatlesforever.blogspot.com — porque um miúdo de 13 anos (agora 17) da Carolina do Norte se antecipou. Na altura fiquei irritadíssima, o miúdo criou e largou, o blóguio tem um único post debilóide, até hoje. Mark de Raleigh, estás perdoado.
Dez de Abril de 1970 — eu com nove anos — , comunicado à imprensa (this is the stuff legends are made of):
«(...) Spring is here and Leeds play Chelsea tomorrow and Ringo and John and George and Paul are alive and well and full of hope.
The world is still spinning and so are we and so are you.
When the spinning stops — that'll be the time to worry, not before.
Until then, the Beatles are alive and well and the beat goes on, the beat goes on.»
Deixo-vos com a mesma sequência de músicas que inaugurou este cantinho de tributo, gratidão e saudade imensa. E a lembrar a primeira mensagem escrita com votos de bom ano que me entrou no telefone em 2001, passavam dois minutos da meia-noite. Era do Vítor (que por acaso estava do outro lado da mesa, na Bica do Sapato) e dizia:
«And in the end the love you take is equal to the love you make.
Quase nunca é assim. Mas connosco é.»
Quase nunca é assim. Mas connosco é.»
É a última frase da última música do último disco dos Beatles. É o testamento. É o legado.
Beatles... And in the End
Hoje, dia 10 de Abril de 1970, Paul McCartney anuncia ao Mundo, no Daily Mirror, que os Beatles acabaram... 40 anos depois apetece dizer que não acabaram, iniciaram foi 40 novos começos, 40 novas descobertas e 40 novas razões para entender a razão pela qual FAB4 Working Class Heroes de uma cidade portuária lançaram as bases de uma REVOLUTION nas ideias e na reciclagem da arte e dos afectos. É esse o segredo dos Beatles, gostamos deles aqui, ali e em qualquer Lugar...
Uma palavra de recordação para Stuart Sutcliff , o primeiro viola baixo dos Beatles nos tempos de Hamburgo e da pré-Beatlemania, morreu com uma hemorragia cerebral no dia 10 de Abril de 1962, em Hamburgo, na ambulância a caminho do hospital... All the good die young!
No Gira-discos: Abbey Road's Finale
(Golden Slumbers / Carry That Weight / The End)
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segunda-feira, 5 de outubro de 2009
47 anos!
Esta capa tem uma longa história, nascida da minha ignorância e de ter apenas dois anos acabados de cumprir no dia histórico em que o single de Love Me Do foi lançado, faz hoje 47 anos.
Pela primeira vez, e graças ao Luís do Ié-Ié, posso pôr aqui a verdadeira e genuína capa do disco. E vale a pena conhecer-lhe a história, tal como ele ma contou há alguns meses:
«Esta é uma 1.ª edição legítima, segundo a "bíblia" Beatles Worldwide II, de Christoph Maus.
Distingue-se das edições posteriores porque a etiqueta não tem inscrito "Made In G. Britain". Só as edições posteriores, a partir de 1963, têm essa inscrição.
Donde este single saiu mesmo a 5 de Outubro de 1962!
Obrigada, muito obrigada, Luís!Donde este single saiu mesmo a 5 de Outubro de 1962!
Consegui esta pérola no eBay precisamente no dia de Natal de há 6 anos! Foi a prenda de Natal de mim para mim!»
Hoje é o dia da minha homenagem anual e por inteiro aos Beatles. Que foram, juntamente com Mozart, o meu primeiro grande amor na Música. Cá em casa não se ouvirá hoje outra coisa até tocar a obra completa deles, do primeiro ao último disco (Past Masters incluído). Aos berros, que há que educar esta vizinhança que insiste em coisas esquisitas que me arrepiam quando consigo identificá-las. A dançar pela casa, que a alegria é irresistível. A chorar às vezes, porque há músicas que me cortam o coração em bifes muito fininhos. Este ano com qualidade redobrada, que pela primeira vez vou ouvir por inteiro a nova edição de 09.09.09.
É coisa para o dia todo, num ritual que cumpro desde 1982. Quando chega ao fim estou sempre emocionalmente exausta, tantas as coisas que a minha saudade revisitou em pensamento. Quando chego ao fim sei sempre, com uma certeza acrescida, que a frase final deles, na última música do último disco (e desculpem a redundância, mas tenho de frisar isto), é uma das maiores verdades desta vida:
«And in the end the love you take is equal to the love you make.»
Ou devia ser.
No Gira-discos: Please Please Me
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